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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

ESTADO DO PARÁ PERDE 40 MIL EMPREGOS FORMAIS EM 2016, DIZ DIEESE

Setores mais impactados com o desemprego foram o da construção civil, do comércio e da indústria


Por: O Liberal
Ao longo do ano de 2016, o Estado do Pará perdeu 40 mil postos formais de trabalho. Esse total corresponde a 5,14% de crescimento do desemprego no Estado. Os setores mais impactados com o desemprego foram o da construção civil, do comércio, da indústria, de serviços e o setor da agropecuária. O levantamento é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos do Pará (Dieese/PA), por meio do novo Mapa do Emprego/Desemprego Formal no Estado do Pará. O cenário de admissões e demissões de trabalhadores identificado pelo Dieese/PA indica que em 2016 o Pará teve a maior perda de postos de trabalho formais em uma década.
O Mapa do Emprego/Desemprego Formal no Estado do Pará tem como base informações oficiais do Ministério do Trabalho (Caged), com balanço dos setores mais atingidos pelo desemprego em 2016 em comparação com igual período em 2015. O estudo integra o projeto do Observatório do Trabalho do Estado do Pará, parceria entre o Dieese/PA e o Governo do Estado do Pará, através da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster).
Segundo o Dieese/PA, de janeiro a dezembro de 2016 foram feitas no Pará 262.289 admissões contra 302.158 desligamentos, gerando um saldo negativo de 39.869 postos de trabalhos. No mesmo período de janeiro a dezembro de 2015, o saldo entre admitidos e desligados também foi negativo, só que menor que o verificado em 2016. Foram feitas naquele ano,  em todo o Estado 341.275 admissões contra 377.526 desligamentos, gerando um saldo negativo de 36.251 postos de trabalhos formais.
A maioria dos setores econômicos no Pará apresentou resultados negativos na geração de empregos formais e com um volume maior no número de desempregados. O destaque foi para os setores da construção civil, comércio, indústria de transformação, serviços e setor da agropecuária.
Somente dois setores econômicos do Estado apresentaram, em 2016, crescimento na geração de empregos formais: o setor extrativo mineral e setor serviço indústria e utilidade pública.

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