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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Prefeito de Oriximiná é acusado de distribuir R$ 3 mi em ano eleitoral


De acordo com ação, distribuição de valores foi de forma irregular.
Prefeito e vice foram cassados pelo TRE-PA, mas conseguiram liminar.                                        A ação judicial movida contra o prefeito Luiz Gongaza Viana e o vice-prefeito Antônio Odinélio Tavares da Silva, de Oriximiná, oeste do Pará, objetiva apurar a distribuição irregular de R$ 3.428.507,82, em ano eleitoral.

Prefeito e vice foram cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) no dia 1º de dezembro, mas foram notificados somente na quinta-feira (17). Eles recorreram e conseguiram na sexta-feira (18) liminar concedida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para permaneceram no cargo até o julgamento.
Entre as irregularidades apontadas estão a distribuição de medicamentos, materiais de construção, motores de embarcações, abadás, vacinas e até urnas funerárias, além de concessão de auxílios financeiros no período eleitoral.
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auditora fiscal da Secretaria de Finanças, Vânia Oliveira
Segundo a auditora fiscal da Secretaria de Finanças do município, Vânia OIiveira, no Portal Transparência aparece parente do prefeito sendo beneficiado com dinheiro público. O familiar teria recebido auxílios financeiros nos valores de R$750 e R$1.500 de premiações culturais. O nome de uma mulher que foi candidata à vereadora pela coligação Unidos por Oriximiná também aparece no portal, como quem recebeu ajuda financeira. “Fiz esse levantamento, a cidade é relativamente pequena, a gente conhece todo mundo então comecei a verificar que tinha candidatos da coligação do prefeito recebendo ajuda de auxílio financeiro. Os auxílios financeiros todos eles no histórico do empenho estão como ajuda financeira a pessoas carentes, só que esses auxílios financeiros não passavam por nenhum tipo de avaliação com as assistentes sociais, na verdade a avaliação quem fazia era o prefeito. Os auxílios financeiros eram concedidos desde servidor público, filho de servidor público e prestadores de serviço da prefeitura também recebiam essas ajudas”, contou. (Veja o vídeo).
A ação foi movida por Angêlo Ferrari (PSD), ex-candidato à prefeitura de Oriximiná, que ficou em segundo lugar nas eleições de 2012.
O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Oriximiná e aguarda um posicionamento sobre as acusações.  lei mais                                                                                                                                                                                                                                                               G1 Santarém

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