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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

RELEMBRE: AÉCIO DEFENDE VOTO ABERTO NO CASO DELCÍDIO


Em novembro de 2015, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu que o Senado se manifestasse em votação aberta pela prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS); agora, pode se livrar do afastamento do mandato por meio de uma votação fechada; vale lembrar que, contra Delcídio, o tucano antecipara que o PSDB tendia a acompanhar o que constava nos autos enviados pelo STF, no caso, manter a prisão
  Por Esmael Morais - Em novembro de 2015, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu que o Senado se manifestasse em votação aberta pela prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Agora, na véspera de seu julgamento, se diz receoso com a votação aberta no plenário.

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão definiu em latim a insólita situação de Aécio: “piperis in culo alieno reficiendum est” (pimenta nos “olhos” dos outros é refresco).

Contra Delcídio, o senador tucano antecipara que o PSDB tendia a acompanhar o que constava nos autos enviados pelo STF.

O plenário do Senado decide nesta terça-feira (17) se acata a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar do cargo o senador Aécio Neves. Entendimento do STF é de que medidas cautelares que interferem no mandato parlamentar precisam ser validadas pelo Congresso.

'WLADIMIR COSTA ERA COMPRADO TODA HORA', DIZ LÚCIO FUNARO EM DELAÇÃO.VEJA O VÍDEO

O corretor financeiro Lúcio Funaro revelou em um depoimento de sua delação premiada ao Ministério Público Federal que o deputado federal Wladimir Costa era comprado "a toda hora", em especial pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Veja o vídeo com a declaração: A "compra" ocorreria principalmente quando Cunha precisava aprovar alguma matéria de seu interesse. Curiosamente, duas semanas atrás, o Canal Porta dos Fundos já havia ironizado Wlad, sugerindo o quanto ele era "comprável". No vídeo, é feita uma sátira a deputados que estão "à disposição para serem comprados". O primeiro a ser mostrado, considerado ironicamente "top de linha", é Wlad.


Ex-vocalista da banda de mesmo nome, do ano passado para cá, Wlad parece ter retomado sua veia artística para, através de algumas "perfomances", ganhar mais espaço na mídia, sempre de forma negativa. Após estourar confetes no processo de impeachment de Dilma Rousseff, nos últimos meses ele se envolveu em diversas polêmicas. Fonte DOL

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

JOALHERIA QUE VENDIA PARA CABRAL FECHA ACORDO DE DELAÇÃO PREMIADA




Por: O Globo

Depois da H.Stern, outra joalheria envolvida no esquema do ex-governador Sérgio Cabral vai contar o que sabe. Antonio Bernardo, dono da rede que leva seu nome, e sua irmã, Vera Herrmann, assinaram acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) e se comprometeram a pagar R$ 10,6 milhões em multa e a prestar serviços comunitários pelo período de dois anos.

Também tornou-se delatora a gerente Vera Lúcia Guerra, que já prestou depoimento à Justiça em outras ocasiões detalhando como as compras de joias se davam. A negociação da força-tarefa da Lava-Jato no Rio não prevê aplicação de multa a ela. A gerente informou que chegou a atender o ex-governador no Palácio Laranjeiras e no apartamento de Cabral e da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, no Leblon, na Zona Sul do Rio.

NOVA DENÚNCIA

O acordo foi homologado recentemente pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio e responsável pelo julgamento dos casos da Lava-Jato no Rio. Nele, os delatores se comprometem a colaborar com a elucidação de fatos relativos à Operação Calicute, ação que levou Cabral para a prisão em novembro do ano passado e cujo processo rendeu uma condenação de 45 anos e dois meses de prisão ao ex-governador e de 18 anos e três meses para a ex-primeira-dama.

A delação de Antonio Bernardo e sua irmã deve ensejar uma nova denúncia contra o ex-governador, assim como aconteceu depois que a H.Stern resolveu colaborar, e os quatro integrantes da cúpula da joalheira aceitaram pagar parceladamente um total de R$ 18,9 milhões em multas.

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Já Antonio Bernardo se comprometeu a pagar R$ 10,1 milhões parceladamente e sua irmã, R$ 500 mil. O total de R$ 29,5 milhões em multa aplicados aos responsáveis das duas joalherias serão usados para ressarcir os cofres públicos.

Pelo acordo, os delatores também vão comunicar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e à força-tarefa da Lava-Jato no Rio todas as vendas da rede, realizadas a partir de junho de 2013, com valor superior a R$ 30 mil, cujas peças tenham sido pagas com dinheiro em espécie. O objetivo do MPF é investigar, por exemplo, crimes contra a administração pública, o Sistema Financeiro Nacional e lavagem de dinheiro.

De acordo com a denúncia da Operação Calicute, Cabral adquiriu R$ 3 milhões em joias somente na joalheria Antonio Bernardo, em 31 oportunidades, valendo-se do mesmo modus operandi: aquisição sem emissão de notas fiscais e pagamento por meio de cheques, substituídos posteriormente por dinheiro em espécie.

Segundo o MPF, a ex-primeira-dama adquiriu R$ 790,4 mil em peças da loja. Tanto Cabral como Adriana negaram em depoimento e nas alegações finais do processo a lavagem de dinheiro por meio da compra de anéis, colares e brincos. Sobre as peças da H.Stern, por exemplo, as defesas argumentam que a empresa atribuiu ao casal todas as vendas sem nota, uma vez que somente depois da operação foi que a joalheria emitiu os documentos fiscais. O ex-governador reconheceu, no entanto, que usou recursos de sobras de campanha para adquirir joias.

No sistema da Antonio Bernardo, Adriana e Cabral eram registrados, respectivamente, pelos codinomes “Lurdinha” e “Ramos Filho” — para o MPF, trata-se da união do sobrenome de Pedro Ramos, ex-assessor de Cabral que foi inocentado por Bretas no processo da Calicute, com o último sobrenome do ex-governador. O operador Carlos Miranda, que segundo o MPF tinha a incumbência de operar o denominado esquema de “compensação paralela” (troca de cheque por dinheiro em espécie), tinha o codinome de “João Cabra”.

COLAR E ANEL DE TURMALINAS

A intensa troca de ligações entre Miranda e a gerente da Antonio Bernardo (208 vezes) e a diretora comercial da H.Stern, Maria Luiza Trotta (103 vezes) , também delatora, foi uma das provas apresentadas pelo MPF no processo da Calicute para demonstrar a relação de Cabral com as joalherias.

Entre as joias adquiridas por Cabral na Antonio Bernardo, segundo a força-tarefa da Lava-Jato, estão um colar, um anel e um par de brincos com turmalinas que custaram R$ 1 milhão e que o ex-governador teria dado de presente a Adriana em 2012, quando ela completou 42 anos. Também em 2012, o MPF aponta que Cabral adquiriu uma pulseira com diamante no valor de R$ 158 mil. Procurada, a joalheria Antonio Bernardo afirmou que não se pronunciaria.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

INSS CALCULA RECUPERAR METADE DO R$ 1,2 BI PAGO A SEGURADOS MORTOS

O governo espera recuperar pelo menos a metade de R$ 1,2 bilhão de benefícios pagos indevidamente pelo INSS a segurados falecidos nos últimos anos — conforme apurou a Controladoria-Geral da União (CGU). Segundo projeções oficiais, entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões ainda estão nas contas das pessoas. O restante foi sacado por pessoas da família e não há como os bancos devolverem.

Por mês, a expectativa é trazer de volta para os cofres públicos R$ 50 milhões. Mas, para isso, será preciso aprovar a medida provisória 788, editada em julho deste ano e que dá respaldo legal aos bancos. As instituições afirmam que só os clientes têm cartão e senha e, portanto, somente eles podem movimentar a conta ou autorizar débito. O governo tem pressa, porque espera esses recursos para ajudar a fechar as contas públicas neste ano, de déficit primário de R$ 159 bilhões.

— Essa MP é fundamental, porque os bancos se recusam a pagar, sob alegação de sigilo — destacou o presidente do INSS, Leonardo Gadelha.

Demora na notificação

Ele disse que há vários casos em que, mesmo após o falecimento do segurado, o INSS continua pagando o benefício por até três meses. Isso porque nem todos os cartórios fazem a notificação do óbito no prazo previsto (até o dia 10 do mês seguinte).

No caso de servidores públicos, dados do Ministério do Planejamento mostram uma demora média de 59 dias para o bloqueio da folha de pagamento a servidores e pensionistas aposentados. Segundo estimativas da área econômica, por conta da demora da notificação do óbito às autoridades competentes, são pagos em média R$ 5 milhões por mês em benefícios a quem morreu.

Gadelha explicou que, quando o dinheiro não é sacado e fica parado na conta do aposentado ou pensionista por mais de três meses, os recursos são bloqueados, diante da suspeita de óbito, e a família é notificada. O INSS também abre investigação para descobrir quem sacou o dinheiro para solicitar o ressarcimento.

A expectativa é que a situação mude com a adesão dos cartórios ao Sistema Integrado de Registro Civil - SIR (hoje, 91% dos cartórios já estão dentro do novo sistema). Quem aderir é obrigado a informar o óbito no prazo previsto. Com a aprovação da MP, os bancos terão 45 dias para fazer a devolução do valor depositado indevidamente na conta de falecidos.

Em caso de não haver dinheiro suficiente na conta para a restituição, o banco devolve o disponível e comunicará ao ente público a insuficiência de saldo. A MP prevê o desbloqueio imediado no caso de constatação de erro, mediante prova de que o segurado está vivo.

Cruzamento com Caged

Além da tentativa de reaver esses recursos, o INSS, em parceria com a Dataprev, está adotando várias ferramentas que permitem cruzar dados para detectar outros pagamentos indevidos. A partir de agora, a base de pagamento de benefícios será comparada ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho para saber se o aposentado tem vínculo empregatício.

A base de benefícios do INSS também será comparada aos dados dos regimes próprios de Previdência dos servidores públicos a fim de detectar acumulação indevida. Outro trabalho que está sendo feito é o cruzamento de informações do BPC-Loas (Benefícios de Prestação Continuada, pago a idosos e deficientes de baixa renda) com o cadastro do Bolsa Família. Segundo dados preliminares do Ministério do Desenvolvimento Social, foram identificados 55,5 mil casos irregulares (pessoas que recebiam os dois benefícios e extrapolavam o limite de renda familiar previsto no Bolsa Família).

A CGU está concluindo uma nova auditoria na base de benefícios do INSS. Segundo a diretora da área de Auditoria de Políticas Sociais, Eliane Viegas Mota, os trabalhos serão finalizados até o fim do ano e podem apontar irregularidades em vários tipos de benefícios.

Fontes da equipe econômica alegam que é preciso intensificar o combate a fraudes e pagamentos indevidos porque essas despesas agravam ainda mais o déficit previdenciário, sobretudo no momento em que o governo defende a aprovação da reforma da Previdência.

 POR ORM

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

TEXTO-BASE DE PEC APROVADA EM 2° TURNO NA CÂMARA PREVÊ O FIM DE COLIGAÇÕES


Deputados precisam votar os destaques para, então, enviar proposta ao Senado

Após sucessivas tentativas de votação, o plenário da Câmara aprovou no final da noite de ontem (20), em segundo turno, a análise do texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/2016, que estabelece o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais a partir de 2020. Faltam votar três destaques antes da PEC seguir para o Senado.

No início da sessão, os deputados aprovaram destaque do PPS que propôs que o fim das coligações nas eleições proporcionais só ocorra a partir das eleições municipais de 2020, quando serão eleitos os vereadores. Com isso, as coligações ficam mantidas para as eleições de deputados federais e estaduais do ano que vem. O destaque foi aprovado por 384 votos contra 87 e quatro abstenções. Inicialmente, o texto da proposta estabelecia a mudança já nas próximas eleições, em 2018.

Durante a votação, o presidente em exercício, deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG) reiterou o compromisso de que compensaria o esforço dos parlamentares caso conseguissem concluir a votação ainda nesta sessão com a liberação da presença na quinta-feira (21). “Se vocês comprometerem e ficarem aqui e avançarmos, nós vamos ficar aqui até a 1h para amanhã não ter painel [eletrônico]”, disse Ramalho.

Para conseguir concluir a análise da PEC nesta sessão, os deputados aprovaram, de forma simbólica, um requerimento de quebra de interstício para que pudesse ser feita a votação do segundo turno sem o transcurso de cinco sessões plenárias, conforme prevê o regimento da Câmara. A medida viabilizaria a conclusão da análise da proposta para ser enviada à nova votação no Senado.

No entanto, apesar da tentativa de Ramalho em manter os deputados no plenário, a votação não foi concluída após pedido de líderes em virtude da diminuição no quórum. Dessa forma, ainda estão pendentes de análise três destaques ao texto-base.

“O quórum está baixo, é arriscado votar. Temos destaques polêmicos e não houve acordo de manutenção ou supressão de textos. Vamos deixar o destaque para a próxima terça-feira”, disse o líder do PP, deputado Arthur Lira (AL).

Nova sessão foi marcada para a concluir a análise do tema na próxima terça-feira (26). Para o sistema entrar em vigor nas próximas eleições, a PEC precisa ser votada pelo Senado e ser promulgada até o dia 7 de outubro, um ano antes das eleições de 2018.

Cláusula de desempenho

O texto já aprovado prevê a adoção de uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda na rádio e na TV se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.

A cláusula de desempenho prevê que a partir de 2030 somente os partidos que obtiverem no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço dos estados, terão direito aos recursos do Fundo Partidário. Para terem acesso ao benefício, os partidos também deverão ter elegido pelo menos 15 deputados federais distribuídos em pelo menos um terço dos estados.

O mesmo critério será adotado para definir o acesso dos partidos à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A mudança, no entanto, será gradual, começando pelo piso de 1,5% dos votos válidos e 9 deputados federais eleitos nas eleições de 2018; chegando a 2% e 11 deputados eleitos, em 2022; a 2,5% e 13 eleitos em 2026, até alcançar o índice permanente de 3% e 15 eleitos em 2030.

ORM

terça-feira, 19 de setembro de 2017

PESQUISA CNT: LULA É FAVORITO E VENCE EM TODOS OS CENÁRIOS PARA 2018

Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte mostra o ex-presidente Lula como o favorito para a eleição presidencial de 2018; petista lidera em todos os cenários pesquisados; na espontânea, Lula tem praticamente o dobro das intenções do deputado Jair Bolsonaro, com 20,2% contra 10,9%; o prefeito João Doria tem apenas 2,4%; nas três situações simuladas de 1º turno, Lula tem 32% e vence todas, com Bolsonaro em segundo e Marina Silva na terceira colocação; nos cenários de 2º turno, Lula também não é ameaçado e derrota Bolsonaro, Aécio Neves, Geraldo Alckmin e Doria com folga

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o favorito dos eleitores brasileiros para 2018. Pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta terça-feira (19), mostra que Lula lidera as intenções de voto em todos os cenários avaliados. A intenção de voto estimulada em Lula varia, nos três cenários, entre 32% e 32,7% para o primeiro turno. No segundo turno, a intenção de voto estimulada fica entre 39,8% e 42,8%.

No levantamento que aponta a intenção de voto espontânea, Lula fica à frente dos demais nomes com 20,2% no primeiro turno. O segundo colocado é Jair Bolsonaro, com 10,9%. Na pesquisa divulgada em fevereiro deste ano, o ex-presidente tinha 16,6% das intenções de voto.

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 16 de setembro de 2017 e ouviu 2.002 entrevistados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Veja todos os cenários:

1º turno: Intenção de voto espontânea

Lula: 20,2%
Jair Bolsonaro: 10,9%
João Doria: 2,4%
Marina Silva: 1,5%
Geraldo Alckmin: 1,2%
Ciro Gomes: 1,2%
Álvaro Dias: 1,0%
Dilma Rousseff: 0,7%
Michel Temer: 0,4%
Aécio Neves: 0,3%
Outros: 2,0%
Branco/Nulo: 21,2%
Indecisos: 37,0%

1º turno: Intenção de voto estimulada

CENÁRIO 1: Lula 32,4%, Jair Bolsonaro 19,8%, Marina Silva 12,1%, Ciro Gomes 5,3%, Aécio Neves 3,2%, Branco/Nulo 21,9%, Indecisos 5,3%.

CENÁRIO 2: Lula 32,0%, Jair Bolsonaro 19,4%, Marina Silva 11,4%, Geraldo Alckmin 8,7%, Ciro Gomes 4,6%, Branco/Nulo 19,0%, Indecisos 4,9%.

CENÁRIO 3: Lula 32,7%, Jair Bolsonaro 18,4%, Marina Silva 12,0%, João Doria 9,4%, Ciro Gomes 5,2%, Branco/Nulo 17,6%, Indecisos 4,7%.


2º turno: Intenção de voto estimulada

CENÁRIO 1: Lula 41,8%, Aécio Neves 14,8%, Branco/Nulo: 39,6%,
Indecisos: 3,8%.

CENÁRIO 2: Lula 40,6%, Geraldo Alckmin 23,2%, Branco/Nulo: 31,9%, Indecisos: 4,3%.

CENÁRIO 3: Lula 41,6%, João Doria 25,2%, Branco/Nulo: 28,8%,
Indecisos: 4,4%.

CENÁRIO 4: Lula 40,5%, Jair Bolsonaro 28,5%, Branco/Nulo: 27,0%,
Indecisos: 4,0%.

CENÁRIO 5: Lula 39,8%, Marina Silva 25,8%, Branco/Nulo: 31,3%,
Indecisos: 3,1%.

CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 28,0%, Geraldo Alckmin 23,8%, Branco/Nulo: 40,6%, Indecisos: 7,6%.

CENÁRIO 7: Marina Silva 28,4%, Geraldo Alckmin 23,6%, Branco/Nulo: 41,5%, Indecisos: 6,5%.

CENÁRIO 8: Jair Bolsonaro 32,0%, Aécio Neves 13,9%, Branco/Nulo: 46,4%, Indecisos: 7,7%.

CENÁRIO 9: Marina Silva 33,6%, Aécio Neves 13,0%, Branco/Nulo: 47,3%, Indecisos: 6,1%.

CENÁRIO 10: Jair Bolsonaro 28,5%, João Doria 23,9%, Branco/Nulo: 39,2%, Indecisos: 8,4%.

CENÁRIO 11: Marina Silva 30,5%, João Doria 22,7%, Branco/Nulo: 39,9%, Indecisos: 6,9%.

CENÁRIO 12: Marina Silva 29,2%, Jair Bolsonaro 27,9%, Branco/Nulo: 36,7%, Indecisos: 6,2%.

Brasil247

BOLSA FAMILIA COMPLEMENTA RENDA DE 910 MIL FAMÍLIAS NO ESTADO DO PARÁ

Em setembro, MDS repassa ao Estado R$ 179.863.321,00 - R$ 196,61 por família

Desde segunda-feira, 910.180 famílias em situação de extrema pobreza ou vulnerabilidade social no Pará estão recebendo os benefícios do Bolsa Família. Neste mês de setembro, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) está repassando ao Estado R$ 179.863.321,00 - R$ 196,61 para cada família, em média. O pagamento segue até o próximo dia 30.

Em todo o País, a pasta está repassando R$ 2.410.317.893,00 para complementar o orçamento de 13.417.699 famílias de baixa renda - R$ 179,64, em média. Esse valor varia conforme o número de membros da família, a idade de cada um e a renda declarada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Segundo o MDS, essa foi a quarta vez no ano que a fila de espera do Programa Bolsa Família foi zerada.

Neste mês, 218 mil famílias começam a receber o benefício no País. Nos meses de janeiro, fevereiro e agosto, todos os beneficiários que aguardavam para entrar no programa também foram incluídos, um feito inédito desde a criação do Bolsa Família. De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, o tempo que o MDS leva para identificar inconsistências nos cadastros de beneficiários diminuiu, graças a cruzamentos de dados mais frequentes. Segundo ele, isso garante uma melhor gestão e governança do programa de transferência de renda. "Ao zerar a fila de espera, o governo federal mostra que é possível aprimorar os mecanismos de controle do Bolsa Família, afastando as pessoas que tinham renda maior e direcionando o benefício para quem mais precisa", afirmou Terra.

O Bolsa Família é voltado para famílias extremamente pobres (renda per capita mensal de até R$ 85,00) e pobres (renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170,00). Ao entrarem no programa, as famílias recebem o benefício mensalmente e, como contrapartida, cumprem compromissos nas áreas de saúde e educação. Para saber o dia em que é possível sacar o dinheiro, deve-se observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão. No primeiro dia, recebem as famílias com NIS de final 1. No segundo dia, os cartões terminados em 2 e, assim, sucessivamente. Os recursos ficam disponíveis para saque durante 90 dias.

No geral, o Pará é o sétimo Estado com o maior número de beneficiários, atrás da Bahia (1.790.188 famílias), São Paulo (1.466.741 famílias), Pernambuco (1.121.854), Minas Gerais (1.021.287), Ceará (1.012.653) e Maranhão (962.903). Dentre os municípios do Estado, Belém é o que aparece com o maior número de famílias beneficiárias, 110.779, e repasse correspondente de R$ 17.399.378,00 - valor individual médio de R$ 157,06. Na sequência aparece Ananindeua (37.237 famílias e repasse total de R$ 5.478.341,00); Santarém (27.857 e R$ 5.015.749,00); Abaetetuba (27.720 e R$ 5.812.586,00); e Cametá (19.793 e R$ 4.487.649,00).

Dados do MDS apontam queda de 42% no número de famílias que retornaram ao programa, na comparação com anos anteriores. A pasta estima que, em 2017, aproximadamente 303 mil famílias voltarão a receber o benefício. Os números são inferiores aos patamares de 2016, quando 519 mil famílias retornaram ao Bolsa Família, e de 2015, quando o MDS registrou o retorno de 423 mil famílias.

De acordo com o secretário-executivo do MDS, Alberto Beltrame, essa redução está relacionada ao aquecimento da economia e à retomada do crescimento. "Mesmo em um cenário de ajuste fiscal e de dificuldades econômicas, uma boa governança do Bolsa Família tem permitido manter o programa sustentável, sem deixar na espera uma única família elegível e que necessite do programa", destacou.

Esse foi o segundo maior número de beneficiários do bolsa Família no Pará desde outubro, quando o MDS divulgou o resultado do maior pente-fino já realizado no programa. Na ocasião, o ministério anunciou que encontrou inconsistências em 1,1 milhão de benefícios pagos pelo governo federal. No Pará, foram 45.807 irregularidades, com o cancelamento de 15.709 mil (1,7% do total) e o bloqueio de 30.098 (3,3%).

Em todos os casos, foi constatado que a renda das famílias era superior à exigida para ingresso e permanência no programa. Para efeito de comparação, no mês de setembro do ano passado, o Pará recebeu R$ 185.240.008,00 para ser distribuído a 910.399 famílias beneficiárias (média de R$ 203,47 por família); em outubro, caiu para 896.253 famílias e o repasse total foi de R$ 182.548.840,00 (R$ 203,68 de média individual).

Uma nova triagem do governo federal está em andamento. No mês passado, quando o Estado teve o maior número de beneficiados, foram 914.009 famílias em situação de extrema pobreza ou vulnerabilidade social beneficiadas, com repasse total de R$ 181.223.885,00 - R$ 198,27 para cada família.

Por: O Liberal

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

NOVA PROCURADORA-GERAL TOMA POSSE HOJE COM REFORMULAÇÃO DA EQUIPE

A Lava-Jato vai ocupar a agenda do primeiro dia de Raquel Dodge como procuradora-geral da República, com a conclusão da troca do grupo de trabalho que a auxiliará, a partir desta segunda-feira, na operação, o afastamento dos auxiliares de Rodrigo Janot, a definição de uma transição entre as duas equipes e o início de um inventário sobre todos os documentos e processos sigilosos da operação existentes na Procuradoria-Geral da República (PGR). Raquel baterá o martelo sobre a atuação do grupo à tarde, logo após os compromissos burocráticos de sua curta posse, prevista para começar às 8 horas e durar 40 minutos.

Durante a fase de transição que antecedeu a posse, Raquel ordenou que seus auxiliares não acessassem qualquer material sigiloso existente na PGR, tanto da Lava-Jato quanto de outras frentes de investigação. Um eventual acesso só deveria ocorrer mediante pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF), de forma que a consulta estivesse respaldada por uma decisão judicial.

Fontes da PGR ouvidas pela reportagem relatam que não houve provocação ao STF nesse sentido e que a equipe de Raquel não pediu ao grupo de Janot acesso às peças sigilosas. O volume de informações da Lava-Jato ainda em segredo é grande e será necessário um inventário como ponto de partida para o trabalho do novo grupo formado por Raquel, segundo essas fontes.

A troca da força-tarefa da Lava-Jato montada dentro da PGR será expressiva, o que exigirá um período de transição entre as duas equipes, especialmente em razão do material sigiloso. O mais provável é que, ao fim da troca, fiquem apenas dois dos dez procuradores da República que auxiliaram Janot nos processos relacionados à Lava-Jato. No fim de semana, o entorno de Raquel dispensou dois procuradores que tinham interesse em continuar no grupo. Raquel e Janot são de alas opostas na PGR.

INVESTIGADOS NA MESA DA POSSE

A posse foi antecipada para esta manhã — no auditório Juscelino Kubitschek, na sede da PGR — em razão da agenda do presidente Michel Temer, que participará da cerimônia. Temer embarca em seguida para os Estados Unidos, onde participa de jantar com o presidente Donald Trump e, depois, da Assembleia Geral da ONU.

O presidente foi alvo de duas denúncias do antecessor de Raquel: a primeira por corrupção passiva, barrada pela maioria da Câmara, e a segunda por organização criminosa e obstrução à Justiça, protocolada no STF na semana passada. Janot não deve ir à posse de sua sucessora, mesma medida que pode ser adotada por alguns de seus auxiliares mais próximos.

Temer vai compor a mesa onde estará Raquel, assim como a presidente do STF, Cármen Lúcia, e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Maia e Eunício são investigados em dois inquéritos da Lava-Jato cada, também autorizados pelo STF a pedido de Janot. Em um deles, são suspeitos de obter benefícios num esquema de venda de medida provisória no Congresso.

Raquel será a primeira a discursar. Seguindo à risca seu estilo discreto, não abriu o teor do discurso de dez minutos nem a auxiliares mais próximos. Até ontem, ela ainda elaborava a fala, que deve dar o tom de como será seu mandato à frente da PGR. Temer falará em seguida. Após os cumprimentos, a nova procuradora empossará seus secretários e fará reuniões com os procuradores chefes nas unidades da federação.

À tarde, Raquel definirá o conteúdo final de uma ou duas portarias com as regras para a troca de bastão entre os grupos de Lava-Jato. Além disso, ela concluirá a montagem da equipe que a auxiliará nos processos da operação. A publicação deve ocorrer entre esta segunda e terça-feira. A nova procuradora-geral cogita estabelecer um prazo de 30 dias para a transição entre as duas equipes.

Nas trocas de integrantes do grupo de trabalho da Lava-Jato, tem pesado uma resolução que Raquel apresentou no Conselho Superior do Ministério Público Federal e que a colocou — mais uma vez — em lado oposto ao de Janot. A resolução limita em 10% a cessão de procuradores da República das unidades nos estados para forças-tarefa em outras unidades do MPF.

Em abril, quando já havia ampla maioria de votos para aprovar a resolução, Janot pediu vista da proposta. O conselho voltou a apreciá-la em 1º de agosto, quando, então, a resolução foi aprovada. O texto prevê que, em unidades onde a desoneração de integrantes do MPF supere os 10%, a recomposição de pessoal deve ser feita até 3 de janeiro de 2018. A resolução, assim, se aplicaria a pelo menos três casos de procuradores que integram o grupo da Lava-Jato, segundo interpretação de fontes que atuam na transição dos grupos. O último parágrafo do texto, no entanto, prevê que as medidas não se aplicam a cessões feitas a forças-tarefa em curso.

VALIDADE DE PROVAS EM CASO DE RESCISÃO

Além das definições a respeito do grupo da Lava-Jato, outra expectativa dentro da PGR é sobre a construção que Raquel dará à tese de validade das provas em caso de rescisão de um acordo de delação premiada. Janot decidiu rescindir o acordo assinado com Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, e com Ricardo Saud, diretor de relações institucionais do grupo proprietário da JBS, em razão da omissão de crimes na colaboração premiada assinada com a PGR e homologada pelo STF. O procurador-geral defendeu a validade e a continuidade das provas apresentadas.

A tese de Raquel pode ser conhecida até quarta-feira, quando o plenário do STF vai decidir se a segunda denúncia contra Temer prosseguirá antes de uma decisão sobre a validade das provas da JBS. A defesa do presidente pede uma interrupção do processo até a conclusão das investigações sobre o contexto em que a delação foi elaborada.

Outra expectativa dentro da PGR é que Raquel possa promover uma revisão do modelo adotado para assinar colaborações. Ao todo, Janot assinou 159 acordos de delação que acabaram homologados pelo STF, dentro da Lava-Jato. Essas delações são responsáveis por grande parte dos 178 inquéritos instaurados para investigar políticos com foro privilegiado. Ao todo, nesses procedimentos no STF, existem 450 investigados.

Mudanças na estrutura da Lava-Jato foram anunciadas por Raquel há um mês. Uma nova secretaria será criada, de Função Penal Originária no STF, que vai abarcar o grupo de trabalho da operação. A titular da secretaria será Raquel Branquinho, que tem histórico de atuação em casos de corrupção, como o mensalão. O grupo da Lava-Jato será capitaneado por dois procuradores experientes em casos como os mensalões petista e mineiro e a Operação Zelotes: Alexandre Espinosa e José Alfredo de Paula.

ORM

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Ação do MPF pede fim da mineração em Novo Progresso e Altamira


Órgão pede à Justiça anulação das autorizações da Semas e do DNPM

Uma ação movida pelo MPF (Ministério Público Federal) contra a Semas (Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade), DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) e a empresa Chapleau Exploração Mineral, pede o fim das atividades de exploração mineral nos municípios de Novo Progresso e Altamira, sudoeste paraense. As informações são do MPF nesta sexta-feira (15).

O MPF pediu à Justiça Federal que anule as autorizações concedidas pela Semas e pelo DNPM que permitiam as atividades de lavra da empresa Chapleau na região, e que obrigue a Semas a exigir o estudo prévio de impacto ambiental à mineradora antes de autorizar o início das atividades.

A ação pede, ainda, que o DNPM fique impedido de conceder o guia de utilização antes de a empresa apresentar licença ambiental, e que seja aplicada multa de R$ 50 mil para cada um dos acusados por dia de atraso do cumprimento da sentença.A empresa Chapleu identificou grande potencial mineral após iniciar trabalhos de pesquisa mineral em 2006 no interior do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Terra Nossa, criado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária INCRA.

Para que a empresa pudesse efetuar a extração dos minérios era necessária a realização do estudo de impactos ambientais. No entanto, a Semas concedeu o licenciamento de operação, permitindo o início da extração de 50 mil toneladas de minério de ouro, sem exigir o estudo dos impactos que seriam causados à região.

Dessa forma, segundo o MPF, as atividades ameaçam mais de 300 famílias assentadas no PDS, além de afetar a saúde e a segurança de 506 indígenas da etnia Kayapó Mekrãnogti, integrantes da terra indígena Baú, localizada a aproximadamente 11 km de distância da região de lavra. Além disso, a investigação comprova que há grande potencialidade de contaminação do rio Curuá, tanto pela existência de nascentes no local das atividades da mineradora quanto pelo fato de que essas nascentes serão utilizadas pela empresa.

Ao Portal ORM , a Semas informou que ainda não foi notificada da ação.

Por ORM

terça-feira, 12 de setembro de 2017

CRISE ECONÔMICA E DESEMPREGO AUMENTAM O RISCO DE SUÍCIDIO

Estudo mostra que 75% dos casos ocorrem em países com menores rendas

A cada 40 segundos, um suicídio ocorre no mundo. Ao todo, são 800 mil registros anuais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Embora tenha forte componente individual, determinantes sociais - como questões econômicas - também têm influência em diversos casos investigados. Episódios de suicídio são registrados em todos os países, mas segundo dados da OMS, 75% dos episódios ocorreram em nações de baixa e média renda em 2012.

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) sobre austeridade e saúde diagnosticou, a partir da análise de diferentes estudos, que as crises econômicas e o consequente aumento do desemprego aumentam o risco de suicídio e de mortes decorrentes do abuso de álcool.

O Brasil não está fora desse quadro. O país tem taxa proporcional de suicídio baixa. Segundo o Ministério da Saúde, em 2014, foram registrados 10.653 óbitos por suicídio no Sistema de Informação de Mortalidade, taxa média de 5,2 por 100 mil habitantes, praticamente metade da média mundial, que é de 11,4 casos para o mesmo grupo. No entanto, tem sido diagnosticado um crescimento constante do número de ocorrências, especialmente, em relação a determinados grupos sociais.

“Fatores puramente econômicos como o desemprego e a renda causam maior impacto sobre a taxa de suicídio ao grupo de pessoas mais jovens”, destacou o Ipea, em pesquisa sobre determinantes sociais do suicídio, publicada em 2010. Pressão social por sucesso e desemprego estrutural entre os jovens são alguns dos fatores que explicam essa situação, segundo o Ipea. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos no mundo, segundo a OMS.

Falta de esperança, dificuldades de se enquadrar no ambiente social e econômico são problemas apontados pela autora da análise e especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Fabiola Sulpino Vieira. Em momentos de crise, a demanda por atendimento de saúde cresce, tanto pela degradação das condições de saúde quanto pela dificuldade de ter acesso a um serviço privado. Por isso, a possibilidade de ocorrência de suicídios pode aumentar com a adoção de políticas de austeridade.

“A crise gera uma série de problemas, à medida que você provoca uma situação de instabilidade muito forte. Quando vem a austeridade, que geralmente vem por meio do corte de despesas da área social, você acaba tirando possibilidades de mitigação dos efeitos da crise na vida das pessoas”, explica Fabiola.

A questão de gênero é outra questão destacada na análise. Verificando microdados do Ministério da Saúde relativos ao intervalo entre 2000 e 2010, o Ipea constatou que 79% das vítimas são do sexo masculino. O percentual de mortes cometidas com armas de fogo chega a 88%.



Por: O Liberal

Joesley e Saud dizem ter dado mala de R$ 500 mil ao senador Ciro Nogueira

O empresário Joesley Batista, um dos do donos do grupo J&F, e o executivo da empresa Ricardo Saud afirmaram em depoimento à Polícia Federal nesta segunda-feira (11) que pagaram propina ao senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, inclusive com a entrega de uma mala de dinheiro de R$ 500 mil e doação não contabilizada na campanha de 2016, quando as doações de empresas passaram a ser proibidas.

Joesley disse também que seus maiores interlocutores sobre tudo o que acontecia com a empresa, dona da JBS, no âmbito da Operação Lava Jato nos últimos três anos foram Ciro Nogueira, o atual presidente da República, Michel Temer, e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Saud afirma que os delatores tentaram gravar a entrega de dinheiro ao senador do PsP do Piauí na casa de Joesley. Ciro teria colocando a mala no porta-malas de um carro dirigido por seu motorista, mas ele estacionou em um local onde a câmera de segurança da casa não capturou a cena.

O executivo também afirma que a perda de gravação mencionada no começo do áudio da conversa entre ele e Joesley que desencanou na prisão de ambos era do vídeo. Saud não faz menção a quando teria sido feito esse pagamento.

Joesley deu outra versão sobre uma entrega de R$ 500 mil ao senador e presidente nacional do PP, mas não está claro se ele se refere ao mesmo pagamento mencionado por Saud. Segundo o empresário, o dinheiro em espécie foi entregue na casa de Ciro Nogueira e eram a primeira parte de um pagamento de R$ 8 milhões para o PP ajudar a então presidente, Dilma Rousseff, na votação contra o impeachment - que ocorreu em abril de 2016.

O delator afirma que o pagamento foi feito após Gilles Azevedo, ex-assessor de Dilma, lhe pedir para falar com o senador um dia após a saída oficial do PMDB do governo - aprovada por aclamação em março de 2016. Segundo ele, Ciro prometeu que ajudaria, inclusive com o PR, em troca dos R$ 8 milhões.

Joesley diz que não relatou esse pagamento na delação porque "a entrega de dinheiro não teve a ver com ato de ofício no governo, mas como membro do partido, para mudar de posição" e acreditava que não se tratava de crime.

O empresário afirmou que o dinheiro foi para adiar a decisão do PP sobre o impeachment, para dar uma chance à então presidente, mas a situação se deteriorou, Dilma sofreu o impeachment e as demais parcelas dos R$ 8 milhões não foram pagas "por razões diversas".

Procurados, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o Partido Progressista não se manifestaram até o momento.

ORM

PM TEM CASA INVADIDA, É TORTURADO E EXECUTADO NA FRENTE DA FAMÍLIA.


PM tem casa invadida, é torturado e executado na frente da família (Foto: Reprodução/Facebook)
Cabo Oliveira recebeu golpes de faca e três tiros, mas ainda conseguiu
pedir ajuda na rua. (Foto: Reprodução/Facebook)
Um policial militar foi brutalmente assassinado no final da noite de segunda-feira (11), dentro da própria casa, em Parauapebas, sudeste paraense. A vítima, identificada como cabo Oliveira, foi feita refém junto com a família, torturada e morta.

O crime ocorreu por volta das 23h, quando os quatro suspeitos invadiram o local. Segundo a primeira linha de investigação, os criminosos inicialmente queriam realizar apenas o assalto, mas resolveram torturar o cabo após encontrarem uma farda estendida na sala da casa e descobrirem que ele era policial.

Eles passaram a pedir a arma do cabo Oliveira, que entregou a pistola. Então, os invasores cortaram as pernas dele com uma faca e alvejaram três vezes contra o policial. O cabo Oliveira ainda conseguiu pular a janela do segundo andar da casa e ir para a rua pedir ajuda. Nesse momento, os criminosos fugiram do local de carro, levando a arma e eletrodomésticos.

Um dos envolvidos ainda tentou estuprar a filha do policial, mas não desistiu e fugiu com o resto do bando após o cabo pedir ajuda. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

O caso está sendo investigado pela delegacia de Parauapebas.

sábado, 9 de setembro de 2017

POLÍCIA CIVIL PRENDE FORAGIDO ACUSADO DE HOMICÍDIO NO NORDESTE PARAENSE


A ação policial também apreendeu adolescente por estupro de criança

A Polícia Civil efetuou, ontem, dia 7, a prisão de um foragido acusado de homicídio qualificado e a apreensão em flagrante de um adolescente pelo estupro de uma criança de três anos, em Capanema, nordeste paraense. Os fatos foram registrados na Superintendência da Polícia Civil na Região do Caeté, no município. O foragido Fernando de Sousa Oliveira, estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça. Ele foi preso na sede do município, por volta das 16 horas. Conforme o delegado Vinicius Medeiros, foi dado cumprimento ao mandado de prisão temporária contra Fernando Oliveira.

Fernando responde a processo criminal sob acusação de matar o idoso Santino Teixeira Lopes, de 80 anos, em 20 de julho de 2016. Segundo o delegado responsável pela ação policial, Vinicius Medeiros, as investigações para dar cumprimento aos mandados de prisão no município são constantes, de forma a garantir a aplicação da lei penal.

ADOLESCENTE

A Polícia Civil apreendeu ontem um adolescente de 16 anos pela prática do ato infracional correlato ao crime de estupro de vulnerável, em Capanema, nordeste paraense. A vítima foi uma criança de três anos. O fato ocorreu, no último dia 6, por volta das 17 horas, quando a vítima foi levada e abusada sexualmente em uma construção abandonada.

Segundo o delegado Vinicius Medeiros, responsável pelo caso, logo após o crime, as investigações iniciaram permitindo a apreensão do adolescente ainda em situação flagrancial. O fato criminoso foi comunicado ao Ministério Público. O adolescente já está à disposição da Justiça.

Por: Portal ORM, com informações da Polícia Civil

EM PACAJÁ, FUNCIONÁRIO PÚBLICO É PRESO POR MANDAR MATAR O PRÓPRIO PAI

Nelito Alves da Costa, de 51 anos, foi condenado pelo crime de homicídio qualificado

Em cumprimento a mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça, a Polícia Civil prendeu o funcionário público municipal Nelito Alves da Costa, de 51 anos, no município de Pacajá, no sudeste paraense. O homem foi condenado pelo crime de homicídio qualificado, por ser o mandante do assassinato do próprio pai em Itupiranga, também no sudeste do Pará. A ordem de prisão preventiva foi expedida pela juíza Alessandra Souza, substituta da Comarca de Itupiranga. O acusado foi preso na última quarta-feira (6), no bairro Alto Bonito. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (8).

A prisão foi coordenada pelo delegado Sandro Rivelino, superintendente da Polícia Civil na região do Lago de Tucuruí, e contou com os investigadores Acácio Fonseca e Belém, e escrivão Cláudio. O preso já está recolhido à disposição da Comarca de Itupiranga para responder pelo crime. Nelito Costa trabalhava na Prefeitura de Pacajá.
Por: Portal ORM

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

JANOT ANULARÁ BENEFÍCIOS E DEVE PEDIR PRISÃO DE JOESLEY BATISTA

Fachin estaria disposto a determinar detenção de dono da JBS e Ricardo Saud

Por: O Globo

Depois de ouvir os depoimentos dos executivos da JBS sobre os áudios em que falam da negociação da própria delação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu anular os benefícios concedidos a Joesley Batista e Ricardo Saud e deve pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) nos próximos dias a prisão preventiva de ambos. O ministro Edson Fachin, relator do caso, estaria disposto a determinar a prisão dos dois colaboradores se avaliar que existem indícios mínimos da necessidade de tomar essa medida.

O pedido de prisão deverá ser encaminhado junto com a rescisão do acordo de colaboração premiada firmado por eles com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Como o acerto previa imunidade total aos delatores, ele terá de ser revisto para que os dois vão para trás das grades.

A expectativa é que Fachin não tome qualquer decisão antes de segunda-feira. Outros ministros do STF têm procurado o relator para convencê-lo da necessidade de prender logo os dois delatores. Desde a última terça-feira, quando o áudio com o diálogo entre os executivos veio à tona, o sentimento de indignação tomou conta da mais alta Corte do país. Como o grampo atingiu também a reputação do procurador-geral, a prisão dos delatores seria uma forma de melhorar a imagem de Janot quando ele se prepara para deixar o cargo, no fim da semana que vem.

Joesley e Saud prestaram depoimento ontem na sede da PGR, em Brasília. Hoje, deve ser ouvido o depoimento do ex-procurador Marcello Miller, suspeito de ter atuado para beneficiar a JBS na elaboração das cláusulas do acordo. Janot só deve bater o martelo sobre a data do pedido de prisão depois de todos apresentarem suas versões.

No diálogo gravado, os executivos insinuam que o procurador-geral sabia que Miller estaria favorecendo a JBS na elaboração do acordo. Também falaram em tentativa de envolver integrantes do STF na delação. Na sessão da última quarta-feira, o ministro Luiz Fux deu voz à indignação dos colegas e defendeu, em plenário, que os dois deveriam trocar o exílio em Nova York pelo exílio na Papuda, a penitenciária de Brasília.

Ao tratar da prisão dos delatores, Fachin vai precisar analisar também a revisão dos benefícios dos delatores definidos pela PGR para decidir se homologa a nova versão do acordo ou não. A delação da J&F contém cláusulas que tratam especificamente da rescisão. Um item diz que, “em caso de rescisão do acordo por sua responsabilidade exclusiva, o colaborador perderá automaticamente direito aos benefícios que lhe forem concedidos em virtude da cooperação com o Ministério Público Federal, permanecendo hígidas e válidas todas as provas produzidas, inclusive depoimentos que houver prestado e documentos que houver apresentado, bem como válidos quaisquer valores pagos ou devidos a título de multa”.

Outro item determina que o acordo perderá efeito “se o colaborador mentir ou omitir, total ou parcialmente, em relação a fatos ilícitos que praticou, participou ou tem conhecimento”. Essa cláusula seria aplicada a Ricardo Saud, que declarou somente na semana passada que mantém conta no Paraguai. Na avaliação da Procuradoria, o executivo descumpriu o trato, porque a declaração patrimonial, inclusive com a estipulação do valor da multa e da eventual perda dos valores ilícitos, deve ocorrer no momento da apresentação de anexo patrimonial, antes do oferecimento da premiação.

PROVAS CONTINUAM VÁLIDAS

A questão do aproveitamento ou não das provas apresentadas pelos dois delatores da JBS deve ser definida pelo plenário do STF, depois que Fachin tomar as primeiras decisões no caso.

Ao menos seis dos 11 integrantes da Corte são contrários à anulação de todas as provas e indícios entregues pelos executivos. Para esses ministros, a imunidade dos colaboradores pode ser suspensa sem necessariamente invalidar as provas. Com isso, os inquéritos abertos a partir das delações poderiam continuar tramitando normalmente. É o caso das investigações contra o presidente Michel Temer.

Na análise de um ministro da Corte, no entanto, mesmo que as provas não sejam retiradas das investigações, elas perderiam a força depois do áudio dos delatores — ou seja, não teriam mais tanta credibilidade perante os integrantes da Corte. Pela regra penal, a delação não é a única prova sobre a qual pode ser baseada uma condenação. O juiz precisa analisar, também, outras provas obtidas depois da abertura do inquérito.

Depois de revelado o áudio, a presidente do STF, Cármen Lúcia, deu uma resposta institucional inédita. Em vídeo gravado no tribunal, a ministra afirmou que pediu à Polícia Federal e à PGR uma investigação sobre as menções feitas por delatores da JBS a integrantes da Corte. Segundo ela, as citações afetam a “honorabilidade” dos ministros do STF e representam uma agressão inédita na História do Brasil.

Ao fim da sessão da quarta-feira, a ministra desejou a todos um “ótimo fim de semana” e pediu a Deus que não houvesse “novidades maiores no país”. Com os pedidos de prisão que Janot deve apresentar, pode ser que o desejo da ministra não seja atendido.

ISNCRIÇÕES PARA CONCURSO DA PREFEITURA DE SALINÓPOLIS SEGUE ATÉ SEGUNDA O CONCURSO OFERTARÁ 30 VAGAS PARA AGENTE MUNICIPAL DE TRÂNSITO

 Por: Redação Portal ORM

Segue até a próxima segunda-feira (11), as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Salinópolis. O certame tem por objetivo preencher 30 vagas de Agente Municipal de Trânsito. As inscrições devem ser realizadas no site da FADESP.

O concurso tem 20 vagas para pessoas do sexo masculino e 10 para o feminino, com reserva de 5% para Pessoas com Deficiência (PcD). O candidato deve ter ensino Médio completo e carteira de habilitação, categoria AB, até a data da posse, além de outros requisitos legais previstos no edital.

Os interessados devem  preencher o formulário online, imprimir e pagar o boleto da taxa de R$ 60,00 até o dia 12 do mesmo mês em qualquer casa lotérica ou instituição bancária.

O concurso terá duas etapas. A primeira será a prova objetiva prevista para o dia 24 de setembro deste ano. A segunda será o teste físico a ser realizado pelos classificados na primeira fase, em data a ser definida e divulgada posteriormente.

O cargo de agente municipal de trânsito terá jornada de 40 horas semanais e salário inicial de R$ 1.500,00. Dentre as atribuições está a orientação, operação e fiscalização ostensiva do trânsito e transporte do Município de Salinópolis, de acordo com os dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro e demais legislações pertinentes.

PF PRENDE GEDDEL APÓS ACHAR DIGITAIS DE EX-MINISTRO EM "BUNKER"

Por: O Globo

A Polícia Federal (PF) faz operação na casa do ex-ministro Geddel Vieira Lima em Salvador na manhã desta sexta-feira. Os policiais federais chegaram antes das 6 horas. Geddel foi preso preventivamente por decisão da Justiça Federal em Brasília. A PF reuniu indícios que apontam para a ligação entre o ex-ministro da Secretaria de Governo do presidente Michel Temer e os R$ 51 milhões em dinheiro vivo apreendidos nesta semana num apartamento em Salvador.

O mandado que resultou na operação da PF nesta manhã de hoje foi assinado pelo juiz Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal de Brasília. O magistrado levou em conta para pedir a prisão de Geddel os indícios reunidos pela PF sobre a associação dos R$ 51 milhões ao ex-ministro.
Ao todo, a Justiça Federal determinou o cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. O pedido foi feito pela PF e endossado pela Procuradoria da República no Distrito Federal. Os crimes investigados são corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
O segundo mandado de prisão preventiva se dirige a Gustavo Ferraz, um assessor e aliado de Geddel na Bahia. Ele é suspeito de auxiliar o político baiano na destinação e acomodação das malas de dinheiro. Ferraz, do PMDB, é diretor-geral da Defesa Civil da Prefeitura de Salvador. Ele foi nomeado para o cargo em janeiro deste ano pelo prefeito ACM Neto (DEM).
"As medidas são necessárias para evitar a destruição de elementos de provas imprescindíveis à elucidação dos fatos", diz o Ministério Público Federal (MPF). A operação da PF é mais uma fase da Operação Cui Bono, que investiga pagamentos de propina para liberação de crédito do FI-FGTS pela Caixa Econômica Federal.
A PF elencou novas provas e situações que complicaram a situação de Geddel: as digitais do ex-ministro colhidas no apartamento onde houve a busca estavam impressas no próprio dinheiro e material que acondicionava as notas; uma segunda testemunha ouvida após a operação policial confirmou que o espaço havia sido cedido a Geddel, corroborando o que disse o dono do imóvel; uma segunda pessoa é suspeita de auxiliar o político baiano na destinação das caixas e malas de dinheiro; e a PF identificou risco de fuga depois da revelação da história da maior apreensão de dinheiro vivo já registrada no Brasil.
O ex-ministro havia sido preso em 3 de julho dentro da Operação Cui Bono, suspeito de atrapalhar investigações. Ele obteve o direito de cumprir prisão domiciliar, determinada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região. Geddel deixou o Presídio da Papuda, em Brasília, no dia 13 de julho, e seguia em seu apartamento em Salvador sem tornozeleira eletrônica. O dispositivo está em falta na secretaria de administração penitenciária da Bahia. Os fatos novos, surgidos na Operação Tesouro Perdido, que apreendeu os R$ 51 milhões, motivam nova prisão do político baiano, independentemente do benefício obtido no TRF.
A origem dos R$ 51 milhões ainda permanece misteriosa. A suspeita da PF é que parte do dinheiro se trata de propinas para viabilizar a liberação de crédito do FI-FGTS a empresas. Geddel é suspeito de receber R$ 20 milhões em propinas. O peemedebista foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013, indicado pela então presidente Dilma Rousseff.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Concursos para Sespa e Hospital Ophir Loyola começam a ser preparados pela Sead

 Foi publicado no Diário oficial desta terça (5), o Extrato de Edital de Concorrência Pública Sead em que a Secretaria de Estado de Administração, através da Comissão Especial de Licitação, comunica que realizará licitação, na modalidade Concorrência, do tipo técnica e preço, visando a contratação de pessoa jurídica especializada na realização de concursos públicos.

O certame será para o provimento de vagas em cargos de nível superior e de nível médio para a Secretaria de Estado de Saúde Pública e Hospital Ophir Loyola.

A abertura acontece dia 9 de setembro na sede do órgão, na travessa do Chaco, 2350, no bairro do Marco.

A disponibilização do Edital vai ser em www.compraspara.pa.gov.br, a partir desta quarta (6).


(DOL)

Concurso da Susipe vai abrir mais de 900 vagas

A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) deve divulgar já em outubro o edital do concurso público que ofertará vagas para agentes prisionais e também para cargos administrativos (nível médio) e técnicos em gestão penitenciária (nível superior). A empresa organizadora do certame é a Assessoria em Organização de Concursos Público LTDA – AOCP.

Este será o segundo concurso público da Susipe pra agente prisional. Serão 202 para nível superior divididas da seguinte forma: 4 para o curso de Administração; 7 para Ciências Contábeis; 1 para Biblioteconomia; 4 para Estatística; 54 para Serviço Social; 23 para Enfermagem; 3 para Médico Psiquiatra; 19 para Medicina; 10 para Odontologia; 14 para Pedagogia; 44 para Psicologia; 3 para Biomedicina; 3 para Arquitetura; 4 para Engenharia Civil; 2 para Engenharia Elétrica; 2 para Engenheiro de Segurança do Trabalho e 5 para Técnico em Gestão de Informática.
Para nível médio serão disponibilizadas 767 vagas, sendo 107 para assistente administrativo; 12 para assistente de informática; 143 para técnico em enfermagem; 5 para eletricista e 500 para agente prisional.

“Este é um concurso muito esperado, pois diminuirá a rotatividade de servidores, principalmente no cargo de agente penitenciário, que é de extrema importância para a segurança pública”, destacou Saidy dos Santos, da Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP) e também membro da Comissão Especial de Licitação do Concurso.

Seleção

O concurso público da Susipe será constituído de duas fases, observadas as peculiaridades do cargo a que cada candidato concorre. A primeira fase será composta das seguintes etapas: prova objetiva e discursiva, de caráter eliminatório e classificatório; avaliação psicológica, de caráter eliminatório; exame médico, de caráter eliminatório; prova de aptidão física, de caráter eliminatório; investigação para verificação de antecedentes pessoais, de caráter eliminatório e avaliação de títulos, de caráter classificatório, para os cargos de nível superior, sendo, porém, facultada a sua exigência. Lei mais

DOL

terça-feira, 5 de setembro de 2017

PISTOLEIRO FOI PRESO NA SALA DE EMBARQUE NO AEROPORTO DE BELEM E CONFESSOU MAIS DE 20 MORTES.


O pistoleiro Bruno Marcos de Oliveira, preso na madrugada desta terça-feira,5, no aeroporto de Belém, quando se preparava para viajar para São Paulo, é conhecido como um dos mais perigosos matadores do Pará. Ele foi preso com documentos falsos em nome de Anderson Nascimento.

Segundo apurou o PORTAL PARÁ NEWS, Bruno executou várias pessoas nas cidades de Tucurui, Novo Repartimento, Uruará, Placas, Pacajá e Itaituba. Para a polícia, Bruno confessou ter executado o empresário Albenor Sousa, morto dentro de sua residência no dia 24 de julho deste ano. Câmeras de segurança registraram o assassinato e ajudaram a identificar os criminosos.

Bruno também assumiu a autoria de pelo menos 20 assassinatos, a maioria na região de Novo Repartimento. No entanto, ele nega ter participado da morte do prefeito de Tucurui, Jones William, executado na tarde do dia, 25 de junho, quando vistoriava obras no condomínio Cristo Vive, no centro da cidade.

Para a polícia, não há dúvidas da participação de Bruno na execução do prefeito, sendo que o mesmo estaria negando participação para não entregar o nome do mandante. A prisão do pistoleiro foi realizada por policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, com apoio de agentes da Polícia Federal. Os policiais notaram que Bruno estava muito nervoso e o prenderam minutos antes do avião decolar, sendo que o mesmo já estava na sala de embarque.

 Por PORTAL PARÁ NEWS

Suspeito de assassinar prefeito de Tucuruí é preso em Belém


 Jones William recebeu quatro tiros enquanto visitava uma obra. (Foto: Michel Gargia/RBA TV)
Um dos suspeitos de envolvimento no assassinato do prefeito de Tucuruí, Jones William, foi preso na madrugada desta terça-feira (5), em Belém. Anderson Nascimento estava no aeroporto da cidade, planejando viajar para São Paulo, quando foi abordado pelos policiais

A prisão foi realizada por policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, com apoio de agentes da Polícia Federal. Anderson apresentou documentos falsos para viajar e já estava na sala de pré-embarque quando foi preso pelos agentes.

Ele é apontado como um dos envolvidos na morte do prefeito. Jones foi baleado no dia 25 de julho, enquanto visitava uma obra no bairro Cristo Vive, em uma estrada que dá acesso ao aeroporto da cidade. Dois homens chegaram ao local de moto, disparando diversas vezes contra o prefeito, fugindo em seguida.

(DOL)

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

CASAL VAI A MOTEL E ESTRUPRA BEBÊ DE SETE MESES

 O Instituto Médico Legal (IML) confirmou, em laudo médico, o estupro de um bebê de 7 meses, do sexo feminino, encontrado dentro de um quarto de motel com um casal. A informação foi confirmada pela delegada titular da Delegacia Especializada de Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca), Juliana Tuma.

O bebê foi resgatado por policiais militares da 16ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) de dentro do quarto de um motel, localizado no bairro Coroado, zona leste de Manaus, na tarde desta quinta-feira (31). De acordo com o tenente Araújo da Cruz, a polícia foi ao local após funcionários terem ouvido choro da criança.

Quando chegaram ao motel, encontraram o bebê acompanhado de uma mulher, que alegou ser a mãe, junto com um homem, o qual informou ser namorado dela. A delegada Juliana Tuma disse que, após o resgate, a menina foi encaminhada ao IML para fazer exames de conjunção carnal e análise, que confirmou o estupro.

A mãe vai responder a um Termo Circunstanciado (TCO) pelo crime de maus-tratos pelo fato de ter submetido a menina a um local impróprio, como o motel. Além disso, o casal vai responder pelo crime de estupro de vulnerável.

Por DOL

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Mais de dez concursos com salários acima de R$ 5 mil estão abertos. Uma vaga é sua!

Para quem quer seguir carreira pública ainda este ano, existem mais de 1.500 vagas em concursos públicos, com salários acima da faixa de R$ 5 mil em todo o Brasil.
Para te ajudar a escolher qual concurso prestar, o DOL elaborou uma lista com os pleitos que oferecem os salários mais altos do país. Confira e boa sorte!
PARÁ
Começando pela nossa terra, a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) abriu edital para admissão de novos professores efetivos em diversas disciplinas da instituição. Para participar do concurso os candidatos devem ter qualificações como mestrado e doutorado. Os salários ultrapassam os R$ 9 mil. Confira aqui o edital e bons estudos.
ACRE
No mapa das grandes oportunidades também está o estado do Acre. A Defensoria Pública do estado divulgou edital para preenchimento de 15 vagas no setor. As vagas são poucas, mas o salário compensa o esforço: R$ 20 mil mensais.
BAHIA
A Universidade Federal da Bahia irá preencher 252 vagas de nível superior. Existem cargos disponíveis para todos os níveis, e as inscrições encerram-se no dia 14 de setembro. Acesse aqui o edital
BRASÍLIA
Tão almejado por milhares de concurseiros, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) está com as inscrições abertas até o dia 22 de setembro, para preenchimento de 52 cargos de nível superior. Os salários ultrapassam a casa dos R$ 10 mil. Acesse o edital.
MATO GROSSO DO SUL
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, no centro oeste brasileiro, está com edital aberto para o preenchimento de mais de 500 vagas para nível superior. Os salários podem ultrapassar os R$ 5 mil. Acesse aqui o edital. Leia Mais

Fonte: DOL

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

SERVIDORES DO INCRA FAZEM PARALISAÇÃO NESTA QUARTA - FEIRA


Categoria se concentra em frente a sede do órgão nesta quarta

Servidores do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) suspenderam as atividades nesta quarta-feira (30), em Belém, para protestar contra medidas do Governo Federal. Eles se concentram em frente ao portão do órgão, na Estrada da Ceasa, para discutir os rumos do movimento.

A categoria é contra as reformas Trabalhista e da Previdência, que prevê Plano de Demissão Voluntária, o PL 116/17. A medida institui o fim da estabilidade do serviço público e outras ações de austeridade do governo na economia. Além disso, os servidores também reclamam de assédio moral, grandes metas de trabalho, redução no quadro de servidores e más condições de trabalho nos órgãos.

A paralisação também faz parte do processo de mobilização para greve geral no serviço público convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais para o dia 14 de setembro em todo Brasil.

Fonte: ORM

PARÁ JOGA REMÉDIOS DE ALTO CUSTO

No País, prejuízo é de R$ 16 milhões. No Estado, desperdício custou R$ 3,5 milhões

O Sistema Único de Saúde (SUS) gasta cerca de R$ 7,1 bilhões por ano para comprar esses remédios. Mas pelo menos uma parte desse valor tem ido direto para o lixo. Um relatório inédito da Controladoria-Geral da União (CGU), concluído em abril, mostra que onze Estados e o Distrito Federal jogaram remédios fora em 2014 e 2015. As causas do desperdício, que chega a R$ 16 milhões, foram validade vencida e armazenagem incorreta. Os Estados em que houve descarte foram Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

No Pará, a auditoria analisou às aquisições de medicamentos especializados efetuadas pela Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), nos anos de 2013 e 2014, cujo montante financeiro corresponde a R$ 3.585.595,26. Dentre as inadequações, foi constatada na inspeção física a existência de medicamentos vencidos na Central de Distribuição da Sespa, bem como em quatro, das doze unidades de dispensação visitadas: UDME Hospital de Clínicas Gaspar Viana (HCGV, UDME Hemopa, UDME Centro Universitário do Pará (Cesupa) e UDME Hospital Universitário Bettina Ferro e Souza (HUBFS).

Os auditores identificaram 2.645 comprimidos vencidos, sendo 680 deles de Metotrexato 25 mg/20ml, usado no tratamento de câncer; e 580 de Risedronato Sódico 35 mg, destinado ao tratamento e prevenção da osteoporose (perda de material ósseo). Ambos os medicamentos foram encontrados na Central de Distribuição da Sespa, em Marituba, que encaminhou justificativa para a CGU: “Foram itens programados pelas unidades, entretanto houve uma diminuição de consumo durante o final de 2013 e inicio de 2014, fazendo com que não houvesse o consumo esperado. Foi feita (sic) algumas tentativas de permuta entre outros Estados, como acontece de rotina com os medicamentos que visualizados de baixo consumo, no entanto, não conseguimos êxito.”

Ainda de acordo com a apuração, foram descartados por validade 406 comprimidos de Ciclosporina, usado na prevenção da rejeição do enxerto após transplantes de órgãos sólidos e medula óssea; 328 comprimidos de Galantamina, utilizado no tratamento do Mal de Alzheimer; 360 de Topimarato, indicado para o tratamento de câncer de próstata; 240 de Sulfassalazina, anti-inflamatório intestinal com ação antibiótica e imunossupressora; 120 de Topimarato, usado no tratamento de crises epilépticas; 50 de Codeína, analgésico derivado do ópio, usado para alívio de dores crônicas; e um de Triptorrelina, destinado ao uso em técnicas de reprodução assistida.

Nesses casos, as justificativas pelas perdas variam de recebimento de doações com prazo de validade curto, devolução pelo paciente até consumo inferior ao programado. A secretaria admite ainda a dificuldade na interlocução com as unidades dispensadoras, no sentido de providenciar, tempestivamente, alternativas para se evitar o descarte de medicamentos em razão de prazo de validade expirado.

Fonte: ORM

terça-feira, 29 de agosto de 2017

MPPA DENUNCIA 28 PESSOAS POR CORRUPÇÃO EM CÂMARA DE VEREADORES DE SANTARÉM


 Vereador envolvido deve devolver R$ 600 mil aos cofres públicos

Vinte e oito pessoas envolvidas em fraudes na Secretaria de Saúde (Regulação) e na Câmara de Vereadores de Santarém, oeste paraense, foram denunciados na última sexta-feira (25) pelo MPPA (Ministério Público do Estado do Pará) dentro da operação Perfuga. A ação revelou rede criminosa comandada pelo vereador Reginaldo da Rocha Campos, que está preso preventivamente.  A denúncia foi oferecida por titulares da 2ª promotoria de Justiça Criminal, 8ª e 9ª promotorias (Direitos Constitucionais e Patrimônio Público), ao juízo da 2ª Vara Criminal de Santarém.

Segundo informações do Ministério Público, o papel de cada réu está descrito no esquema criminoso, que aponta crime de: peculato, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema, atentado contra a segurança de serviços de utilidade pública, corrupção privilegiada, corrupção passiva, corrupção ativa e condescendência criminosa. Pela complexidade dos fatos apurados, além de propósitos restritos a algumas pessoas que não ingressavam no conhecimento de outras - mas que tem o denunciado Reginaldo Campos como elo, o MPPA organizou a denúncia por núcleos, um ligado ao Setor de Regulação da Sespa e outro na Câmara Municipal. Duas associações criminosas foram descritas. A denúncia apresentada trata dos ilícitos referentes ao serviço de regulação da Sespa e no desvio do recurso público nas contratações de “servidores fantasmas”.

Ainda segundo a denúncia, a primeira associação criminosa é formada pelo pelo vereador Reginaldo da Rocha Campos – no comando – e Sarah Campinas dos Santos Oliveira, além de servidores públicos lotados no Setor de Regulação da Secretaria de Estado de Saúde do Pará/Sespa, relacionados a crimes decorrentes de marcações irregulares de consultas e exames

A segunda associação criminosa atuava na Câmara dos Vereadores de Santarém, comandada por Reginaldo da Rocha Campos, com envolvimento de servidores, com desvio de recuso do erário para contratações de servidores sem prestação de serviço público, além de ficar com parte dos salários de assessores.

O MP ressalta que todas as ações foram feitas com objetivo de desvio de recurso público em pagamento de salários de servidores “fantasmas”, e para conferir lisura a documentos oficiais que, no entanto, possuíam conteúdos falsos, além de beneficiar financeiramente Reginaldo Campos, com retorno a si de parte dos salários de servidores comissionados.

Durante as investigações, o MP apontou que houve evolução patrimonial incompatível por parte do denunciado Reginaldo da Rocha Campos, tendo por base a declaração feita perante a Justiça Eleitoral e o salário de policial militar da reserva. O MP solicitou que o magistrado fixasse um valor mínimo para reparação dos danos causados pela infração. Reginaldo da Rocha Campos terá que ressarcir o valor de R$ 600 mil. E em relação aos demais, o valor individual de R$ 20 mil. O Ministério Público também ajuizará ação de improbidade administrativa com objetivo, além de outras medidas, de buscar o ressarcimento aos cofres

Por  ORM

NO PARÁ ,13,3 MIL APOSENTADOS POR INVALIDEZ TERÃO QUE FAZER PERÍCIA


Cartas com a convocação começaram a ser enviadas na sexta-feira (25)

O pente-fino do governo federal vai revisar 13.319 aposentadorias por invalidez no Estado do Pará. As cartas com a convocação começaram a ser enviadas na sexta-feira, 25, segundo os órgãos responsáveis pela revisão, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A previsão é de que as primeiras perícias médicas comecem em setembro – considerando os prazos de entrega das correspondências e de contato dos beneficiários pelo número 135 para a marcação do agendamento.

Neste primeiro lote, foram enviadas 22.057 cartas para 25 Estados e o Distrito Federal – com exceção de Roraima. Os aposentados por invalidez com menos de 60 anos e que estão com o benefício sem revisão há mais de dois anos estão sendo convocados. No total, 1.004.886 segurados serão convocados. Dentre os Estados, São Paulo é o que terá o maior número absoluto de convocações, com 227.506 aposentadorias; seguido por Minas Gerais (157.148) e Rio Grande do Sul (82.040).

Segundo o secretário-executivo do MDS, Alberto Beltrame, a conclusão do processo de revisão tem prazo legal até dezembro de 2018. A economia prevista ao final do pente-fino é de R$ 10 bilhões. "Esses recursos deveriam estar sendo utilizados por quem realmente necessita. Essa é nossa prioridade", ressalta. Quem receber a carta deve entrar em contato com o INSS pelo número 135 em até cinco dias corridos (exceto domingo) e agendar a perícia. Quem não fizer o agendamento terá o benefício suspenso.

A partir da suspensão, são contados 60 dias para que se marque a perícia. Se o agendamento for feito nesse prazo, o benefício é liberado até a realização da perícia. Passados os 60 dias sem que o beneficiário se manifeste, o benefício será cessado.

AUXÍLIO-DOENÇA

 Até o dia 4 de agosto, foram realizadas 4.534 perícias no Estado do Pará com 3.267 benefícios cancelados (72%). A ausência de convocados levou ao cancelamento de outros 863 benefícios. Além disso, segundo os dados encaminhados pelo ministério a O LIBERAL, 683 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 84 em auxílio-acidente, 36 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 104 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional.

A economia anual estimada até agora é de R$ 67,5 milhões. No Estado, 15.165 benefícios de auxílio-doença serão revisados. Ou seja, a redução de gastos deve ser ainda muito maior, uma vez que ainda restam passar pelo crivo do MDS mais 8.861 benefícios paraenses.

Em todo o País, no mesmo período foram revogados 168.396 benefícios de um total de 210.649 perícias. Também foram anotados os cancelamentos de outros 20.304 benefícios pelo não comparecimento do convocado; 33.798 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 1.892 em auxílio-acidente, 1.105 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 5.458 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional. Ao todo, 530.191 benefícios de auxílio-doença serão revisados. A economia anual estimada até agora é de R$ 2,7 bilhões.

Fonte: ORM 

Moro assiste a filme sobre Lava Jato com esposa

Por: G129 de Agosto de 2017 às 07:04
O juiz federal Sérgio Moro, o procurador Deltan Dallagnol e os policiais que integram a força-tarefa da Operação Lava Jato participaram da pré-estreia do filme 'Polícia Federal – A Lei É Para Todos'. A sessão aberta apenas para convidados ocorreu no cinema do ParkShopping Barigui, em Curitiba, nesta segunda-feira (28).
Além dos membros da Lava Jato de Curitiba, o juiz Marcelo Bretas, que conduz os processos da operação no Rio de Janeiro participou da sessão. Ele e Moro falaram pouco com a imprensa. O juiz paranaense limitou-se apenas a dizer que esperava assistir a um bom filme.
O roteiro é baseado na Operação Lava Jato. No entanto, alguns nomes dos personagens reais foram alterados na película. No lugar do procurador Deltan Dallangnol, por exemplo, assume o personagem Ítalo Agneli, interpretado pelo ator Rainer Cadete.
"É muito importante que fique bem claro que esse não é um filme político. Ele não tem nenhum objetivo político. O único objetivo, além de entreter, é provocar o debate, manter o debate sobre a corrupção ativo, vivo. A gente já passou décadas demais apáticos e não discutindo sobre política. Política se discute", afirmou o diretor do filme, Marcelo Antunez.
A trama é narrada do ponto de vista do delegado Ivan, interpretado por Antônio Calloni, e de sua equipe da Polícia Federal, em conjunto com a força-tarefa do Ministério Público Federal. O personagem é baseado no delegado Igor Romário de Paula, que chefiou a operação policial. Para o ator, o filme vem num bom momento para o país. "É um filme oportuno em todos os sentidos", acredita.
A atriz Flávia Alessandra, que interpreta a delegada Bia, disse que a experiência do filme lhe trouxe memórias boas. A personagem dela é baseada na delegada Erika Marena, que sugeriu o nome para a Operação Lava Jato, na vida real. "Eu me formei como advogada, tirei OAB. Acabe me reencontrando nessa personagem", afirmou.
A película será exibida em cinemas de todo o Brasil a partir do dia 7 de setembro, quando também se comemora a Independência do Brasil.
A atriz Flávia Alessandra, que interpreta a delegada Bia, disse que a experiência do filme lhe trouxe memórias boas. A personagem dela é baseada na delegada Erika Marena, que sugeriu o nome para a Operação Lava Jato, na vida real. "Eu me formei como advogada, tirei OAB. Acabe me reencontrando nessa personagem", afirmou.
A película será exibida em cinemas de todo o Brasil a partir do dia 7 de setembro, quando também se comemora a Independência do Brasil.